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Tendinite: como evitar?

Confira dicas do Dr. Luis Antonio Buendia, ortopedista e cirurgião da mão do Hospital Santa Virgínia

As doenças osteomusculares (que afetam os ossos e os músculos) estão entre as mais comuns nos tempos modernos. Isso ocorre devido ao sedentarismo, estresse, movimentos repetitivos, entre outros fatores. A tendinite – inflamação dos tendões – é um dos principais motivos que levam os pacientes a procurarem o Ambulatório de Especialidades do Hospital Santa Virgínia (HSV). 

O corpo humano possui mais de quatro mil tendões (estruturas fibrosas que unem o músculo ao osso e dão elasticidade ao movimento), sendo que as regiões mais afetadas costumam ser as mãos, os punhos, os ombros, os cotovelos, os joelhos e os tornozelos. A tendinite é mais frequente em mulheres e pode estar associada a doenças autoimunes (como lúpus, artrite reumatoide, gota, hipotireoidismo e diabetes tipo 1)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 1% da população mundial sofra com algum tipo de tendinite. Então fique atento aos sintomas e confira as orientações do Dr. Luis Antonio Buendia, ortopedista e cirurgião da mão do HSV, para se prevenir da tendinite nas mãos e nos punhos e buscar o tratamento adequado. 

Diagnóstico

Se identificar algum desses sintomas, especialmente dores por mais de duas semanas, agende uma consulta com o ortopedista, que fará uma avaliação detalhada e testes físicos para confirmar o diagnóstico. É importante relatar o tipo de dor, a frequência com que ocorre e quais são os seus hábitos cotidianos. O especialista também poderá solicitar exames complementares (de imagens, como a Ultrassonografia, a Tomografia Computadorizada e a Ressonância Magnética), exames de sangue ou de Eletroneuromiografia, que contribuem para avaliar o grau de inflamação e descartar outras possíveis causas da dor.

Todos esses exames são realizados no Hospital Santa Virgínia, que conta com uma equipe altamente especializada, oferecendo um apoio diagnóstico de confiança.

Tratamento

Fase aguda - tratamento mais conservador, recomendando-se repouso relativo, restrição parcial das atividades ou imobilização do membro afetado por, em média, uma semana. Para alívio dos sintomas e diminuição do inchaço e da dor, geralmente, é indicada a crioterapia: aplicação de gelo durante 15 a 20 minutos por, pelo menos, três vezes ao dia. Também pode ser necessário o uso de medicamentos anti-inflamatórios, sempre com orientação médica.  

Fase crônica – início do tratamento reabilitativo, com medidas para conter o processo inflamatório, como a diatermia (tratamento pela temperatura), exercício para restauração funcional do tendão e para impedir atrofia (perda de força), assim como trabalho de propriocepção (controle e comando cerebral do tendão). Além de anti-inflamatórios, podem ser necessários medicamentos à base de corticoides e infiltrações locais com o uso de esteroides. Alguns pacientes podem precisar de cirurgia, por exemplo, de raspagem (no caso da tendinite na mão) ou de descompressão dos tendões ou nervos (tendinite no punho). As sessões de Fisioterapia favorecerão o processo de recuperação e o retorno gradual às atividades. 

O Hospital Santa Virgínia possui uma equipe especializada para atendimento clínico e cirúrgico em Ortopedia e Traumatologia. Também conta com profissionais no Pronto Atendimento diariamente, para procedimentos de urgência. Realiza, ainda, diferentes tipos de exames laboratoriais e de imagens, com alta precisão e segurança. Para mais informações, ligue para (11) 2799-3230.  

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Dr. Luis Antonio Buendia, ortopedista e cirurgião da mão do Hospital Santa Virgínia | CRM-SP: 79.752 

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia | Publicado em: 24/11/2020

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