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Outubro Rosa: a prevenção começa com a informação

Neste mês, é celebrada em todo o Brasil e no mundo a campanha Outubro Rosa, com o objetivo de alertar e conscientizar para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), há uma estimativa de mais de 66 mil novos casos, somente em 2020. Este é o tipo de tumor que mais afeta as mulheres, após o câncer de pele não-melanoma. Também pode ocorrer em homens (1% de incidência). Veja, abaixo, as principais orientações das ginecologistas e mastologistas do Hospital Santa Virgínia (HSV), Dra. Karina Belickas Carreiro e Dra. Ana Gabriela de Siqueira Santos, e da médica responsável pelo Centro de Oncologia e Infusão do HSV, Dra. Simonne Quaglia. Previna-se!

Causas

O câncer de mama é causado pela multiplicação anormal de células da mama, formando um tumor. Existem diferentes tipos de câncer de mama, que podem ter desenvolvimento rápido ou mais lento.

Fatores de risco

Fatores hormonais, ambientais, comportamentais e genéticos aumentam o risco de desenvolver a doença. A maioria dos casos (80%) ocorre em pacientes acima de 50 anos, no entanto, também pode afetar mulheres abaixo dessa idade ou até mais cedo (antes dos 40 anos).

Prevenção

Embora existam fatores de risco não modificáveis (como a história familiar, idade da primeira menstruação e menopausa), estima-se que cerca de 30% dos casos de câncer de mama possam ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis, entre eles:

Sinais de alerta

Mulheres que conhecem as próprias mamas por meio do autoexame (exame de inspeção e palpação das mamas, a ser realizado preferencialmente uma semana após o período menstrual), têm maior chance de notarem precocemente os principais sinais de alerta do câncer de mama:

Se apresentar algum desses sinais de alerta, procure imediatamente o mastologista. Porém, vale lembrar que o autoexame não substitui a avaliação clínica pelo médico. “As consultas e os exames de rotina devem ser realizados mesmo sem nenhum sintoma. Não espere ter alguma alteração da mama para fazer o check-up preventivo”, orientam as especialistas do Hospital Santa Virgínia. 

Tenho histórico familiar. Corro maior risco?

Sim. Mulheres que tenham mãe, irmã, avó ou tia com história de câncer de mama, principalmente antes dos 50 anos, ou de câncer de ovário, precisam consultar um ginecologista ou mastologista para avaliar seu risco e decidir a melhor conduta a seguir. 

Leia também: Saúde da Mulher: cada fase, um cuidado!

Mamografia

Este é o exame indicado para o rastreamento (quando não há sinais nem sintomas suspeitos) e a detecção precoce do câncer de mama. Especialistas recomendam a realização anual da Mamografia a partir dos 40 anos – ou antes, se tiver histórico pessoal ou familiar de câncer de mama, entre outros fatores de risco. 

O Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI) do Hospital Santa Virgínia realiza o exame de Mamografia Digital 3D/Tomossíntese Mamária , uma das tecnologias mais avançadas para o diagnóstico do câncer de mama. O equipamento de alta precisão consegue identificar alterações suspeitas na mama antes mesmo do surgimento dos sintomas, por exemplo, sem a presença de nódulos palpáveis.  

O diagnóstico precoce salva vidas!

Quando os tumores são descobertos em fases iniciais, as chances de cura são maiores (mais de 90% de sucesso no tratamento, que costuma ser menos invasivo).

Tratamento 

O tratamento do câncer de mama depende da fase (ou estadiamento) em que a doença se encontra e do tipo de tumor. Pode incluir, por exemplo, cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica. 

O Hospital Santa Virgínia possui um Centro Cirúrgico estruturado, com equipe de mastologistas especialistas no tratamento cirúrgico do câncer de mama. Também dispõe de um Centro de Oncologia e Infusão com corpo clínico especializado, equipe de Enfermagem e de apoio multidisciplinar (como Clínica da Dor, Psicologia, Farmácia Clínica, Nutrição e Fisioterapia). O tratamento contempla a realização de quimioterapia, imunoterapia com anticorpos monoclonais e infusões de medicamentos biológicos, sempre priorizando a humanização, o bem-estar e a segurança do paciente. 

Para mais informações, ligue para (11) 2799-3230

Contribuíram com este conteúdo:

Dra. Karina Belickas Carreiro - ginecologista, obstetra e mastologista | CRM-SP: 139.999

Dra. Ana Gabriela de Siqueira Santos - ginecologista, obstetra e mastologista | CRM-SP: 162.299

Dra. Simonne Quaglia – médica responsável pelo Centro de Oncologia e Infusão do Hospital Santa Virgínia | CRM-SP: 71.907

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia | Publicado em: 16/10/2020

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