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Menopausa: sintomas e tratamento

Confira as dicas da Dra. Karina Belickas, ginecologista do HSV, para manter a qualidade de vida nesta fase tão importante da vida da mulher

Ela chega para todas as mulheres, a partir dos 40 ou 50 anos, mas ainda gera dúvidas e informações equivocadas. Confira a entrevista com a Dra. Karina Belickas, ginecologista e mastologista do Hospital Santa Virgínia (HSV), e saiba como manter a qualidade de vida e o bem-estar na menopausa.

Veja também: Saúde da Mulher: cada fase, um cuidado.

O que é a menopausa e o climatério?

Menopausa: é a fase da vida da mulher em que não ocorrem mais ciclos menstruais. A data é definida após um ano sem menstruação, independentemente de ter ou não sintomas associados;

Climatério: é o período de transição para a menopausa. Nele ocorrem os principais sintomas como ondas de calor (fogachos), insônia e irritabilidade. Durante o climatério, a menstruação pode ocorrer de forma irregular, em maior ou menor quantidade. Nem todas as mulheres possuem os mesmos sintomas e desconfortos nesta fase.

Em qual idade começa a menopausa?

A partir dos 40 anos, a mulher já está sujeita a entrar na menopausa, mas ela pode ocorrer depois dos 50 anos, sem limite definido. No Brasil, a média de idade para o início da menopausa é aos 49 anos, enquanto a média mundial é aos 50 anos.

A menopausa “precoce” ou “tardia” pode trazer riscos à saúde da mulher?

A menopausa precoce (aquela que ocorre antes dos 40 anos) está associada a um maior risco de desenvolver doença cardiovascular e osteoporose. Não existe uma idade que define “menopausa tardia”. Assim, não há risco associado no caso de mulheres que têm a menopausa após os 50 anos.

Quais as formas de tratamento?

A mudança no estilo de vida é fundamental. Por exemplo, realizar atividade física com exercícios de impacto, como caminhada e musculação, que ajudam na manutenção dos ossos e redução dos riscos de osteoporose, além de liberar endorfina, que gera a sensação de bem-estar. Na alimentação, é importante avaliar se as quantidades ingeridas de cálcio estão adequadas e se a dosagem de vitamina D está normal ou precisa de complemento. Quando não há melhora, existem remédios específicos para cada sintoma, até chegar à reposição hormonal. Muitas mulheres adaptam-se bem aos fitoterápicos, uma alternativa mais natural de tratamento.

Existem contraindicações no uso de reposição hormonal?

O médico irá avaliar cada caso individualmente. Para quem tem indicação, antes de iniciar o tratamento de reposição hormonal, é preciso realizar exames preventivos do câncer como a Mamografia (mama), o Papanicolau (colo do útero) e o Ultrassom transvaginal (endométrio). O início da reposição hormonal está indicado nos primeiros cinco anos da menopausa, sendo desaconselhada após esse período, para não aumentar o risco cardiovascular.

O Hospital Santa Virgínia possui uma equipe de Ginecologia, com profissionais especializados em atendimento clínico e cirúrgico. O HSV também realiza os principais exames em seu Centro de Diagnóstico por Imagem, que funciona todos os dias da semana. Central de Agendamento de Consultas e Exames: (11) 2799-3230

Contribuiu para este conteúdo:

Dra. Karina Belickas Carreiro - ginecologista, obstetra e mastologista | CRM: 139.999

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia | Publicado em: 20/3/2020

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