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Você sabe o que é glaucoma?

Especialista do Centro de Oftalmologia do Hospital Santa Virgínia (HSV) explica os fatores de risco, diagnóstico e tratamento da doença que pode levar à cegueira

Ele é popularmente conhecido como “o ladrão silencioso da vista”, pois vai tirando a visão aos poucos, sem apresentar sintomas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o glaucoma é a principal causa de cegueira irreversível do mundo. No Brasil, estima-se que aproximadamente 3% da população acima de 40 anos tenha a doença (cerca de um milhão de pessoas), conforme dados do Ministério da Saúde (2014).

O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações mais graves, por isso, são recomendadas visitas periódicas ao oftalmologista, especialmente após os 40 anos (consultas anuais). Confira orientações do Dr. Marcel Kendi Fujii, do Centro de Oftalmologia do HSV, e previna-se!

O que é glaucoma? É uma doença crônica, caracterizada por uma neuropatia (lesão do nervo) óptica que pode resultar em perda progressiva de campo visual e levar à cegueira.

Causa: aumento da pressão intraocular, que afeta o nervo óptico.

Tipos de glaucoma: os principais tipos da doença são glaucoma de ângulo aberto (ou simples - gradativo, correspondente a 80% dos casos) e de ângulo fechado (agudo e mais grave, caracterizado pelo aumento súbito da pressão intraocular).

Principais fatores de risco: histórico familiar/hereditariedade; pressão intraocular elevada; idade acima de 50 anos; alto grau de miopia e descendência negra.

Sintomas: não há sintomas no início. Apenas quando a doença está avançando ocorre perda de campo de visão ou dor ocular.

Prevenção: Deve-se consultar o oftalmologista para diagnóstico. O recomendável é uma visita anual, a partir dos 40 anos. Pacientes com diabetes e hipertensão arterial devem fazer o controle e acompanhamento mais frequente, pois essas doenças podem colaborar para a evolução do glaucoma.

Diagnóstico: consulta oftalmológica, com realização de exames como campimetria computadorizada (campo visual), retinografia, tonometria, fundoscopia, tomografia de coerência óptica (OCT) e estereofoto de papila.

Tratamento: uso de colírios que diminuem a pressão do olho, aplicações de laser e cirurgia. A adesão ao tratamento é fundamental para evitar a progressão da doença.

O Hospital Santa Virgínia possui um Centro de Oftalmologia com atendimento ambulatorial e realização dos principais exames para o diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças oculares. O serviço especializado conta com profissionais experientes e infraestrutura de alta tecnologia para diferentes procedimentos, desde mapeamento de retina até cirurgias a laser.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia

Publicado em: 22/8/19

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