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Por que maio é o mês de Maria?

Na pequena casa de Nazaré, um anjo apareceu para uma jovem e virgem, para dizer-lhe que Deus a escolhera para ser a mãe do Salvador.

Deste dia em diante, mediante ao que cremos através do Evangelho, a proclamamos "Mãe de Deus", com a maior dignidade que poderíamos exaltá-la.

Se todas as mães merecem ter um dia no ano para serem carinhosamente lembradas e homenageadas, com certeza a Mãe de Deus, que nos foi dada também por mãe, bem merece ser lembrada e homenageada, por um mês inteiro.

A origem do mês de maio como mês de Maria, é decorrente de muitas festas e divertimentos de um período antigo e de herança européia.

No mundo cristão, como tentativa de corrigir os excessos e abusos de grandes e muitas festas, a partir do século XIII, a figura de Maria começa a ser associada ao mês de maio. O primeiro a dar este importante passo celebrativo foi o rei Afonso X, rei de Castela e León, na Espanha. A partir de então, começam a surgir práticas devocionais no sentido de homenagear a Virgem Santíssima. Aos poucos, o mês vai tomando um aspecto mariano que se consolida no séc. XVIII, com a publicação de obras como a do padre jesuíta A. Dionisi, que pode ser considerado o iniciador do mês mariano no sentido moderno.

É importante lembrar que o mês de maio é dedicado a Maria apenas no Ocidente, pois para a Igreja do Oriente, o mês mariano por excelência é agosto, quando se celebra a Festa da Dormição de Nossa Senhora (Assunção de Nossa Senhora).

Maio, mês de Maria, é convite para olharmos o céu em homenagem à Mãe de Deus. Daí a certeza da proteção divina para nossos passos nesta difícil ascensão a que somos convidados. A razão de nossa confiança filial em Maria é o próprio Jesus que depois de ter dado tudo que podia, ainda na Cruz nos deu Nossa Senhora, como nossa Mãe!

Adaptado: texto de Dom Dom Benendicto de Ulhoa Vieira e Revista Milícia da Imaculada.

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