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Outubro Rosa: médico do HSV ministra palestra na Etec Parque Belém

O ginecologista Dr. Guilherme Negrão de Souza explicou os principais sintomas, fatores de risco, formas de prevenção e tratamento do câncer de mama

Para encerrar a campanha Outubro Rosa, em 30/10/18, o Hospital Santa Virgínia (HSV) promoveu uma palestra na Etec Parque Belém, esclarecendo as principais dúvidas e compartilhando orientações a respeito da prevenção do câncer de mama. Participaram cerca de 120 alunas dos cursos técnicos de Administração, Eventos, Nutrição, Química, Logística e Segurança do Trabalho.

“A participação do hospital foi muito importante, mostrando às alunas a importância dos exames preventivos e do diagnóstico precoce do câncer de mama. A busca por qualidade de vida e o apoio familiar e de amigos podem ajudar as mulheres neste momento tão delicado”, enfatizou a professora Jandira da Silva, assistente técnico administrativo da Etec Parque Belém. Este foi o terceiro ano que o HSV contribuiu no programa educativo da instituição.

“Quanto mais precoce o diagnóstico do câncer de mama, maior a chance de tratamento eficaz e até de cura”, ressaltou o palestrante, Dr. Guilherme Negrão de Souza, ginecologista e mastologista do HSV. Segundo ele, no Brasil, menos de 25% das mulheres (um quarto das pacientes) fazem o rastreamento adequado, sendo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a cobertura mamográfica de, pelo menos, 70% das pacientes.

O exame de mamografia, realizado no HSV, é o mais indicado para o rastreamento do câncer de mama, a partir dos 40 anos (segundo recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia). Em alguns casos, também podem ser indicados os exames de ultrassonografia e ressonância nuclear magnética das mamas. Já o tratamento (realizado de forma individualizada) pode englobar a cirurgia conservadora ou radical, quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia, de acordo com o estadiamento da doença e o resultado da imunoistoquímica.

O especialista explicou os fatores que podem levar ao surgimento do câncer de mama, entre eles, o estímulo hormonal constante, a menarca precoce ou a menopausa tardia e a ausência de gravidez ou de amamentação. As mulheres acima de 50 anos são as mais propensas ao risco de desenvolvimento da doença. “Na menopausa, não é aconselhável fazer reposição hormonal por um período superior a cinco anos. Cada caso é individualizado. Por isso, a paciente precisa discutir com seu médico o risco-benefício do tratamento”, orientou o Dr. Guilherme.

Entre outros fatores de risco, o médico destacou o sedentarismo, a alimentação inadequada, o consumo excessivo de bebida alcoólica, o sobrepeso e a obesidade. Como forma de prevenção, sugeriu a prática de atividade física aeróbica, de 40 a 60 minutos, com intensidade moderada, pelo menos três vezes por semana. “A manutenção de hábitos saudáveis pode reduzir em 30% os riscos de câncer de mama”, enfatizou. Saiba mais.

No encerramento da palestra, o Dr. Guilherme abordou a importância dos cuidados paliativos, que visam envolver os familiares no tratamento e trazer mais conforto ao paciente, integrando os aspectos psicológicos, sociais e espirituais. Também valorizou a atuação da equipe multiprofissional, que pode incluir médicos, enfermeiros, psicólogo, fisioterapeuta, nutricionista e até educador físico na assistência ao paciente.

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Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia

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