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Não sinta na pele os efeitos do verão

Confira orientações da Dra. Renata Storani, dermatologista do Hospital Santa Virgínia, e aproveite o sol com a proteção recomendada

Após as campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul, chegou a vez do Dezembro Laranja, que alerta para a importância da prevenção do câncer de pele. Este é o tipo de tumor que mais afeta os brasileiros, com cerca de 180 mil novos casos a cada ano. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de pele corresponde a 33% do total de tumores diagnosticados no país. 

Assim como nas demais doenças, quanto mais precoce o diagnóstico, melhores as chances de tratamento. Medidas simples, como a proteção da pele no dia a dia, podem contribuir para diminuir os riscos de desenvolvimento do câncer de pele. 

Durante o verão, esta preocupação deve ser ainda maior. “Como a radiação solar incide com mais intensidade, aumentam as queimaduras e, principalmente, o risco de câncer de pele. É preciso intensificar o uso do filtro solar, que deve ser aplicado diariamente, e não somente nos momentos de lazer”, alerta a Dra. Renata Storani, dermatologista do Hospital Santa Virgínia. 

Confira abaixo as orientações da especialista para aproveitar o sol com toda proteção necessária. Cuide-se! 

O que é o câncer de pele? 

O câncer de pele ocorre devido ao crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Existem diferentes tipos, definidos conforme a camada de pele afetada. Os mais frequentes são os tumores não-melanoma (como os carcinomas basocelulares e os espinocelulares), com baixa letalidade, e o melanoma, que é o tipo mais agressivo de câncer da pele, devido à alta possibilidade de provocar metástase (disseminação do câncer para outros órgãos).

Quando devo procurar o dermatologista?

É recomendável manter consultas regulares com o dermatologista uma vez ao ano. Sempre procure o especialista quando perceber alguma alteração na pele como manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram, feridas que não cicatrizam em quatro semanas, além de pintas ou sinais que mudam de tamanho, forma ou cor. 

Diagnóstico precoce

É fundamental diagnosticar o tumor na fase inicial para, assim, possibilitar maior chance de sucesso no tratamento. A investigação é feita por exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos. Em algumas situações, pode ser necessário fazer a dermatoscopia, um exame que permite visualizar camadas da pele não vistas a olho nu. Em outros casos, pode ser indicada a biópsia.

Grupos de risco 

Pessoas com as características abaixo devem realizar exames periódicos com mais frequência, para rastreamento do câncer de pele:

- Pele e olhos claros, cabelos ruivos ou loiros, ou albinos; 

- História familiar ou pessoal de câncer de pele;

- Exposição prolongada e repetida ao sol (raios ultravioleta - UV), principalmente na infância e adolescência;

- Exposição a câmaras de bronzeamento artificial.

Tratamento

A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer. Quando há metástase, o câncer de pele melanoma, atualmente, é tratado com novos medicamentos, que apresentam altas taxas de sucesso terapêutico. Vale ressaltar que o tratamento é realizado de forma individualizada, de acordo com a avaliação do dermatologista, para a melhor reabilitação e bem-estar do paciente. 

Atendimento dermatológico no HSV

O Hospital Santa Virgínia oferece atendimento ambulatorial na especialidade de Dermatologia. Também possui estrutura para realização de cirurgias para retirada de tumores de pele, quando necessário, além de tratamentos específicos para cada caso. O acompanhamento do paciente é realizado pelo dermatologista em conjunto com as equipes de Oncologia e de Cirurgia Plástica do HSV.

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