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Doenças renais: vamos falar sobre isso?

No Dia Mundial do Rim, a Dra. Maria Alice Muniz Domingos, nefrologista do HSV, esclarece os fatores de risco, formas de prevenção e tratamento

Eles são essenciais para o equilíbrio do corpo, atuam na eliminação de toxinas e na regulação de eletrólitos e de água. Também ajudam na estabilidade da pressão sanguínea e na produção de hormônios que formam as células do sangue e manutenção óssea. Estamos falando dos rins! 

Sabemos que suas funções são fundamentais, mas você sabe como manter os rins saudáveis? 

“A conscientização da saúde renal é para todos. Visitas regulares aos centros de saúde, mudanças de hábitos de vida como atividade física regular, dieta equilibrada, sem abuso de sal, e cessação do tabagismo minimizam os principais fatores de risco para doenças renais”, explica a Dra. Maria Alice Muniz Domingos, nefrologista do Hospital Santa Virgínia (HSV). Confira abaixo mais orientações da especialista.

Quais as principais doenças renais?

Muitas doenças podem acometer os rins, sendo as mais comuns: cálculos (pedras) renais, infecção urinária, cistos renais, nefrites, câncer e insuficiência renal (mau funcionamento do rim).

Quais os fatores de risco?

Os principais fatores de risco para a insuficiência renal são a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e a diabetes. Outros fatores também podem desencadear a doença: uso de anti-inflamatórios, desidratação, infecções por vírus da hepatite B e C e HIV, obstrução da via urinária, doenças familiares e reumatológicas como lúpus, entre outros.

Existem sintomas?

Os sintomas variam de acordo com o tipo de doença renal. Muitos pacientes com insuficiência renal crônica só manifestam tardiamente os sintomas, por isso, a importância do diagnóstico precoce. A dor lombar, motivo frequente de idas ao nefrologista, está relacionada a quadros de cálculo renal e de infecção urinária. Nas doenças que levam à diminuição do funcionamento do rim, o paciente pode apresentar redução da quantidade ou alterações na urina, inchaço, descontrole da pressão arterial, cansaço, falta de apetite, alteração do sono, aumento da frequência urinária à noite, enjoo ou vômitos e até convulsões.

Como fazer o diagnóstico?

O diagnóstico pode ser confirmado por exames de sangue, de urina e de imagem (ultrassom de rins). Em alguns casos, pode ser necessária biópsia renal. O rastreio é considerado um cuidado de saúde primário, indicado para todos os pacientes com fatores de risco ou sintomas indicativos de doença renal. Quanto mais precoce o diagnóstico, o início do tratamento e mudanças de hábitos de vida, maior a chance de prevenir ou retardar a evolução da doença renal.

Como é o tratamento?

Os tratamentos são direcionados aos diferentes tipos de doença. No caso da insuficiência renal aguda, é indicada a diálise até a recuperação da função do rim. Já para os pacientes com insuficiência renal crônica, pode ser necessária a diálise pelo resto da vida. O transplante renal também pode ser uma alternativa em alguns casos.

Como é o atendimento oferecido no Hospital Santa Virgínia?

O serviço de Nefrologia do HSV existe há mais de 25 anos, prestando atendimentos ambulatorial, na internação e na Hemodiálise, atendendo pacientes com insuficiência renal aguda e crônica. Contamos ainda com toda a rede de apoio laboratorial, exames de imagem e participação da equipe multidisciplinar, o que garante um atendimento integral ao paciente.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia

Publicado em: 14/3/2019 | Atualizado em: 11/03/2020

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